Arquivo mensal: dezembro 2009

Versão particular

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Dingobéu, dingobéu,
Dingobéu dê ueeeeei…
Ô fã-fã í tchu uéli uã ô opensei, hey!

Dingobéu, dingobéu,
Dingobéu dê ueeeeei…
Ô fã-fã í tchu uéli uããã ô ooo-pen-seeeei!
Méui qüímãs!”

[O original.]

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So excited, just can’t hide it

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Frases mais ouvidas hoje em casa:
– “O Dingobéu vai botar… um mooonte de pesentes na ávole de natal!”
– “A Ina vai acodaaar, vai abir a póta, olhar pá ávole de natal e aí… e aíííí…”
– “Vai ter um copo, um peseeente…”
– “Vovô, liga o pica-pica!”
– “A Ina quer ver o Dingobéu no computador, mamãããe, saaaaai!”

Daí ela anunciou que queria ver o Papai Noel:
– “Ih, filha, não pode, porque se tiver uma criança acordada, o Dingobéu fica escondido até ela dormir…”
– “Nããão, a Ina vai veeer, vai ficar de olho abéto! e! vai! ver! o Dingobéu!”

Confesso que estou me divertindo horrores com isso.

Dingobéla

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Por causa da época, agora ela deu para falar tudo em papai noelês: “Hohoho, eu fiz cóquinha no seu pé!”, “Hohoho, vamos tomar canjinha”, “Hohoho, estou de Cóc [Croc] novo!” etc. etc. forever, e sempre engrossando a voz.

Lição de anatomia

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– “Ai, filha, você tá tão cheirosa hoje, tá tão gostosa, que eu acho que eu vou te comer de almoço! Vou comer… esse pezinho! Vou comeeer… esse bumbis…”
– “Nããão, mamãe, a Ina não é de comer. Senão, a Ina olha pra trás, pro bumbum, e ele fica quebado!”

Medo da sombra, reloaded

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Brincando aqui atrás da minha cadeira e querendo ir para a cozinha. Sol da manhã batendo forte.
– “Mamãe, quero ir atrás da Nana.”
– “Pode ir, filhinha…”
– “Não, mas a somba não pode ir. Fica aqui, somba!”
[E sai correndo].